quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Noite


Caminhas para o quarto quando poes a mao na macaneta da porta e rodas suavemente para entrares naquele que vai ser o quarto do prazer. Os teus olhos espantam-se quando se deparam com uma cama de casal cheia de petalas, comigo deitada no meio toda nua so para ti, começo a movimentar-me sensualmente para que a brisa floral te guie até ao meu corpo quente de paixao.

As tuas mãos pegam instintivamente na tua camisa e começam a desapertar os botões enquanto te aproximas de mim, os teus olhos não mudam de direção e as minhas mãos vão de encontro as tuas e rasgam-te a roupa num ápice, puxam-te contra mim e é neste momento que sentes a minha pele.

O teu corpo gélido começa a esquentar e as tuas pernas gatinham entre as minhas. As nossas bocas colam-se explodindo num aroma fresco e afrodisiaco.

As tuas mãos começam a circular pelos meus mamilos enquanto eu desaperto o sinto das tuas calças, a tua respiração é intensa e 
demonstra puro prazer e desejo.

Os movimentos vao ficando mais fortes agora que ambos já estamos nus, um por cima do outro.

O teu corpo que outrora estava por cima de mim passa a ser um corpo dominado pelo meu. Pego no teu pénis e começo a massaja-lo como só tu gostas. A minha boca desloca-se atraves de beijos no teu peito até encontrar o teu orgão mais belo. Uma lambidela parece pouco comparando com a vontade que tenho de ser possuida mas é por ela que começo até atravessar  todo o orgão e quando chego ao topo a minha boca acaricia-o magicamente.

Soltas um gemido e apertas-me intensamente os seios. Puro acto de prazer.
As tuas maos descem na minha barriga até encontrarem o meu clitoris. Brincas com ele timidamente. O ambiente comeca a ficar humido e gemo-te de prazer ao ouvido. Chegou a hora!

Pegas no meu corpo e manda-lo contra a cama, assaltas-me violentamente e começas a penetrar-me de uma forma que só tu sabes, só tu me dás este prazer. 

‘Amo-te’ – Grito-te ao ouvido com esta voz ofegante. Os movimentos começam a aumentar de velocidade e as nossas respirações passam de pobres expirações a fortes gemidos capazes de abanar cada grão de cimento das paredes.

O nosso momento está a acabar, a união dos corpos chega ao fim quando ambos atingimos o ponto. Ambos de corpos molhados caimos na cama e deixamos a sensação de orgasmo apoderar-se nas nossas almas enquanto olhamos um para o outro e nos beijamos.

‘Já sentia falta disto meu amor’ – Dizes-me com o teu halito agora quente

‘Nem tu imaginas o quanto eu desejei que este momento voltasse, só tu me possuis com esta magia capaz de me levar às galáxias’ – Declaro-me – Amo-te Ric!

E assim acaba mais uma noite só nossa. Amanhã estarei pronta para derrubar todos os obstaculos que pelo meu caminho se metam.


Joazita

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