Bittersweet
domingo, 1 de novembro de 2009
Fernando Pessoa
Tudo o que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.
Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica,
E eu sou um mar de sargaço.
1 comentário:
Babi
disse...
Concordo com esse poema. Gostei :)
2 de novembro de 2009 às 21:19
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1 comentário:
Concordo com esse poema. Gostei :)
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